terça-feira, 11 de setembro de 2007

Celia Araujo disse

Eu sinto muitíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiisssssiiiiiimo pelo acontecido com a sua, a nossa menina.

Nas poucas oportunidades que estive com ela, lembro-me da tranquilidade que inspirava. O falar baixinho e tão pouco, que era prá se fazer respeitar em tal característica.

Sei agora que falará baixinho, mas será ouvida muito longeeeeeeeeeeeeeeeee, pois é isso que cabe aos seres iluminados que cruzam o nosso caminho para nos inspirar.

um abraço fraterno, Célia Araújo

3 comentários:

Anônimo disse...

Alô Cezar, alô Dulce. Não consegui inserir nenhum comentário no blog,
faz
parte da minha deficiência em relação a informática.

A imagem mais forte que eu tenho da Ynayá é dela criancinha, bem
cabeludinha, pequenina andando na casa do Gilberto na época daquelas
festas
boas e doidas.
Do comer devagar, da voz baixa.
quando fui para Pernambuco ví como ela ficou linda, uma beleza calma,
leve
deve ser o nosso sentimento, leve foi Ynayá
leve Ynayá uma palavra minha
saudades

Marivaldo

Anônimo disse...

Ká:
... a Inayá foi uma pessoa divina, uma mulher admirável por tudo...é tudo qualidade se pensando nela! Se em vida ela só plantava o bem...agora então que ela está em um lugar maravilhoso nem se fala! E é isso que fará com que o coração de vcs sejam confortados!


É linda a história da Iaiá... =)

Anônimo disse...
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